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Mariana Valle Lima | Lisboa
Mariana Valle Lima

As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

Das exposições ao teatro, sem esquecer a noite e a agenda musical, há muito para aproveitar esta semana.

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O que faz em casa é consigo, mas já sabe que o que faz na rua tem tudo a ver connosco. Assim sendo, a tutela prolonga-se pela semana inteira, para que não se fique a lamentar por aí por ter falhado algum evento crucial na agenda da cidade. Temos planos para todos os dias, de exposições peças de teatro, sem esquecer as festas e os concertos. E, se depois de consultar esta lista, ainda lhe sobrarem buracos no calendário, lembre-se que a cidade está cheia de borlas e que é aproveitar antes que acabem. 

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As melhores coisas para fazer em Lisboa esta semana

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Campo de Ourique
No mês de Novembro assinalam-se os 90 anos da morte de Fernando Pessoa. Para marcar a efeméride, a Casa Fernando Pessoa inaugura “A Arca Eterna: Fernando Pessoa e a Posteridade”. Com curadoria de Antonio Sáez Delgado, a exposição – patente de 27 de Novembro a 6 de Dezembro de 2026 – propõe uma viagem pela forma como o escritor se projecta para além da sua própria existência. Cada visitante poderá tocar, escolher e levar consigo reproduções de documentos pessoanos, participando na continuidade desse legado. A inauguração é dia 27, das 18.30 às 19.30. No dia 30 – data que coincide com a da morte do poeta, em 1935, aos 47 anos –, há entrada livre e visitas orientadas gratuitas. Nos restantes dias, o bilhete para o museu custa entre 2,50€ e 6€.
  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
O ano da fundação começa aqui, naquela que é a primeira leva de exposições de 2026. Ainda há detalhes por revelar, mas sabe-se já que os artistas envolvidos serão Teresa Segurado Pavão e Rui Sanches, Frida Baranek, Vasco Futscher, Sara & André, Francisco Janes e, claro, as obras de Vieira da Silva e Arpad Szenes.
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  • Arte
  • Alcântara
“Entre e Palavra e o Silêncio” apresenta obras da Colecção José Carlos Santana Pinto. É a inauguração de um capítulo em que o MACAM convidará outros coleccionadores a exporem os seus acervos. Neste em particular, vai encontrar obras de artistas como Rui Chafes, Fernanda Fragateiro, Ana Jotta, João Onofre, Julião Sarmento e Pedro Cabrita Reis.
  • Arte
  • Lisboa
"Impressões Digitais. Coleção MNAC", a nova exposição de longa duração do MNAC, apresenta cerca de 200 obras, entre pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, instalação e vídeo. A curadoria de Ana Guimarães, Emília Ferreira, Maria de Aires Silveira e Tiago Beirão Veiga estabeleceu uma selecção da colecção e incluiu algumas obras da colecção Millennium bcp, bem como novas incorporações de artistas com obra mais recente. O nome da exposição alude à colecção do próprio museu, tão identitária da arte portuguesa contemporânea como uma impressão digital. Recorde-se que a colecção do MNAC possui obras fundadoras da arte portuguesa contemporânea, de 1850 à atualidade, e inclui vários tesouros nacionais, mas também tem aumentado o seu acervo exponencialmente nos últimos 30 anos, maioritariamente com artistas nacionais e com uma expressão crescente das artistas mulheres. MNAC. Rua Serpa PInto, 4. Inauguração 12 Dez. Ter-Dom 10.00-18.00. 8€ (entrada livre para residentes em Portugal ao abrigo das 52 visitas grátis anuais)
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  • Miúdos
  • Ajuda
O Palácio Nacional da Ajuda tem uma nova peça muito engraçada, que inspirou uma nova visita encenada da Coolture Tours: trata-se de um telefone histórico Gower-Bell de1882 que veio do Museu da Fundação Portuguesa das Comunicações. Sabiam que  D. Luís I de Bragança foi o primeiro monarca europeu a ter um telefone instalado na sua residência, ligado à rede pública? Esse aparelhómetro está agora na Sala Azul do Palácio Nacional da Ajuda e será apresentado e testado "na primeira pessoa" pelo rei que ficou conhecido como "O Popular" (interpretado pelo actor Martim Galamba) aos terceiros sábados do mês – menos em Julho e Agosto, como a família real vai a banhos.  
  • Miúdos
  • Parque das Nações
Nesta exposição imersiva, que desperta a curiosidade e o fascínio pelo mundo vivo que nos rodeia, o público é convidado a descobrir os verdadeiros “superpoderes” do mundo animal: olhos com milhares de lentes, braços que saboreiam, pinças de força descomunal, corpos que mudam de cor ou bússolas internas que orientam viagens pelo planeta. Patente no Pavilhão do Conhecimento até 30 de Setembro de 2026, pode ser visitada de terça a sexta, entre as 10.00 e as 18.00, e ao fim-de-semana, entre as 10.00 e as 19.00. O bilhete custa entre 10€ e 15€.
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  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Comissariada pelo designer Jorge Silva e pelo director do Museu Bordalo Pinheiro, João Alpuim Botelho, a exposição "Toma! 150 anos de Zés Povinhos" acompanha o percurso de uma das figuras mais conhecidas do artista português, Zé Povinho, criada a 12 de Junho de 1875 nas páginas centrais do jornal A Lanterna Mágica. Mais de 150 anos depois, "o Zé continua tão presente no nosso quotidiano", "ganhando um lugar no nosso imaginário como símbolo do povo português". Ao longo do tempo, foi também apropriado por caricaturistas, profissionais do teatro, ceramistas e publicitários. Chegou, ainda, a ser mascote da selecção nacional de futebol. No mesmo espaço, está a nova exposição de longa duração, disposta por sete salas.
  • Arte
  • Belém
O MAAT faz 10 anos em Outubro e vai estar a olhar para a própria colecção de arte contemporânea. "Turn around" é uma primeira exposição debruçada sobre as mais de 2460 obras reunidas durante os últimos 25 anos. Um primeiro momento, que será complementado por mais uma inauguração no final de Abril. Com uma curadoria a seis mãos, esta segue elos menos óbvios entre as obras seleccionadas. Entre pintura, desenho, escultura, vídeo e instalação, o processo começou, segundo João Pinharanda, com artistas capazes de intervir no espaço.
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  • Arte
  • São Sebastião
Ao longo de 14 núcleos temáticos, a exposição (que não é permanente, mas quase – vai ficar durante dois anos) apresenta a colecção do Centro de Arte Moderna Gulbenkian em todo o seu esplendor. Ao todo, são cerca de 160 obras do século XX, assinadas por quase uma centena de artistas. Entre elas, algumas estão a ser expostas pela primeira vez desde que adquiridas pela fundação. Ora por coincidências formais, ora por linhas discursivas comuns, agrupam-se e sucedem-se ao sabor dos contos de As Mil e Uma Noites e da figura da sua narradora, Xerazade. A curadoria é de Leonor Nazaré.
  • Coisas para fazer
  • Castelo de São Jorge
Esta visita orientada ao castelejo, ao sítio arqueológico e à exposição permanente, promete descodificar os espaços e relacioná-los com as vivências de outrora, proporcionando uma maior relação de proximidade do visitante com o património e a história do Castelo de São Jorge. Com duração de 1h30 minutos, decorre de segunda-feira a domingo, às 11.30, em português, e às 11.00 e 15.00, em inglês. O preço é o de entrada (7,50€-15€).

Outono em Lisboa

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