Miradouro da Graça
© Arlindo Camacho | Miradouro da Graça
© Arlindo Camacho

As melhores coisas para fazer hoje em Lisboa (e arredores)

À procura de um bom plano de última hora? Descubra o que fazer hoje em Lisboa.

Publicidade

Quer aproveitar a cidade e não sabe por onde começar? Nos teatros não faltam peças. No cinema não faltam filmes. E, fora de portas, também há muitas coisas para fazer, como dar passeios, fazer yoga ou percorrer a cidade à procura das melhores obras de arte urbana. Há ainda exposições, mercados ou concertos e muitas outras sugestões gratuitas. Se não acredita, veja lá se temos ou não temos a receita para ter sempre o que fazer em Lisboa. Aproveite e viva a cidade ao máximo. Descubra os eventos em Lisboa hoje (e arredores também).

Recomendado: Quarenta coisas incríveis para fazer em Lisboa

O que fazer em Lisboa hoje

  • Coisas para fazer
  • Exposições
  • Campo de Ourique
No mês de Novembro assinalam-se os 90 anos da morte de Fernando Pessoa. Para marcar a efeméride, a Casa Fernando Pessoa inaugura “A Arca Eterna: Fernando Pessoa e a Posteridade”. Com curadoria de Antonio Sáez Delgado, a exposição – patente de 27 de Novembro a 6 de Dezembro de 2026 – propõe uma viagem pela forma como o escritor se projecta para além da sua própria existência. Cada visitante poderá tocar, escolher e levar consigo reproduções de documentos pessoanos, participando na continuidade desse legado. A inauguração é dia 27, das 18.30 às 19.30. No dia 30 – data que coincide com a da morte do poeta, em 1935, aos 47 anos –, há entrada livre e visitas orientadas gratuitas. Nos restantes dias, o bilhete para o museu custa entre 2,50€ e 6€.
  • Arte
  • Avenida da Liberdade/Príncipe Real
O ano da fundação começa aqui, naquela que é a primeira leva de exposições de 2026. Ainda há detalhes por revelar, mas sabe-se já que os artistas envolvidos serão Teresa Segurado Pavão e Rui Sanches, Frida Baranek, Vasco Futscher, Sara & André, Francisco Janes e, claro, as obras de Vieira da Silva e Arpad Szenes.
Publicidade
  • Arte
  • Lisboa
"Impressões Digitais. Coleção MNAC", a nova exposição de longa duração do MNAC, apresenta cerca de 200 obras, entre pintura, desenho, gravura, fotografia, escultura, instalação e vídeo. A curadoria de Ana Guimarães, Emília Ferreira, Maria de Aires Silveira e Tiago Beirão Veiga estabeleceu uma selecção da colecção e incluiu algumas obras da colecção Millennium bcp, bem como novas incorporações de artistas com obra mais recente. O nome da exposição alude à colecção do próprio museu, tão identitária da arte portuguesa contemporânea como uma impressão digital. Recorde-se que a colecção do MNAC possui obras fundadoras da arte portuguesa contemporânea, de 1850 à atualidade, e inclui vários tesouros nacionais, mas também tem aumentado o seu acervo exponencialmente nos últimos 30 anos, maioritariamente com artistas nacionais e com uma expressão crescente das artistas mulheres. MNAC. Rua Serpa PInto, 4. Inauguração 12 Dez. Ter-Dom 10.00-18.00. 8€ (entrada livre para residentes em Portugal ao abrigo das 52 visitas grátis anuais)
  • Miúdos
  • Ajuda
O Palácio Nacional da Ajuda tem uma nova peça muito engraçada, que inspirou uma nova visita encenada da Coolture Tours: trata-se de um telefone histórico Gower-Bell de1882 que veio do Museu da Fundação Portuguesa das Comunicações. Sabiam que  D. Luís I de Bragança foi o primeiro monarca europeu a ter um telefone instalado na sua residência, ligado à rede pública? Esse aparelhómetro está agora na Sala Azul do Palácio Nacional da Ajuda e será apresentado e testado "na primeira pessoa" pelo rei que ficou conhecido como "O Popular" (interpretado pelo actor Martim Galamba) aos terceiros sábados do mês – menos em Julho e Agosto, como a família real vai a banhos.  
Publicidade
  • Miúdos
  • Parque das Nações
Nesta exposição imersiva, que desperta a curiosidade e o fascínio pelo mundo vivo que nos rodeia, o público é convidado a descobrir os verdadeiros “superpoderes” do mundo animal: olhos com milhares de lentes, braços que saboreiam, pinças de força descomunal, corpos que mudam de cor ou bússolas internas que orientam viagens pelo planeta. Patente no Pavilhão do Conhecimento até 30 de Setembro de 2026, pode ser visitada de terça a sexta, entre as 10.00 e as 18.00, e ao fim-de-semana, entre as 10.00 e as 19.00. O bilhete custa entre 10€ e 15€.
  • Arte
  • Campo Grande/Entrecampos/Alvalade
Comissariada pelo designer Jorge Silva e pelo director do Museu Bordalo Pinheiro, João Alpuim Botelho, a exposição "Toma! 150 anos de Zés Povinhos" acompanha o percurso de uma das figuras mais conhecidas do artista português, Zé Povinho, criada a 12 de Junho de 1875 nas páginas centrais do jornal A Lanterna Mágica. Mais de 150 anos depois, "o Zé continua tão presente no nosso quotidiano", "ganhando um lugar no nosso imaginário como símbolo do povo português". Ao longo do tempo, foi também apropriado por caricaturistas, profissionais do teatro, ceramistas e publicitários. Chegou, ainda, a ser mascote da selecção nacional de futebol. No mesmo espaço, está a nova exposição de longa duração, disposta por sete salas.
Publicidade
  • Coisas para fazer
  • Castelo de São Jorge
Esta visita orientada ao castelejo, ao sítio arqueológico e à exposição permanente, promete descodificar os espaços e relacioná-los com as vivências de outrora, proporcionando uma maior relação de proximidade do visitante com o património e a história do Castelo de São Jorge. Com duração de 1h30 minutos, decorre de segunda-feira a domingo, às 11.30, em português, e às 11.00 e 15.00, em inglês. O preço é o de entrada (7,50€-15€).
  • Compras
  • Princípe Real
Há sempre mais um cantinho na cidade que pode ser ocupado por esta marca portuguesa de joalharia, que já está tão bem instalada no Chiado. Agora, sobe um pouco mais, até ao Príncipe Real, e ocupa temporariamente uma das salas da Embaixada. Lá, vai poder encontrar peças seleccionadas da Mel Studio, num conceito inspirado pelos quatro elementos da natureza: Água, Fogo, Terra e Ar.
Publicidade
  • Coisas para fazer
  • Mercados e feiras
  • São Vicente 
Há coisas que nunca mudam – e ainda bem. Falamos da selecção ecléctica e absurda que a Feira da Ladra mostra à cidade semana após semana. O clássico lisboeta não passa de moda e continua a ter uns quantos achados, basta ter paciência para correr tudo a pente fino. Armas, moedas e selos antigos são as peças mais procuradas por coleccionadores, mas o surreal espreita ao virar de cada esquina na forma de Barbies descadeiradas, electrodomésticos moribundos e bibelôs que desafiam a criatividade dos decoradores mais atrevidos.
  • Coisas para fazer
  • Areeiro/Alameda
No ano em que se comemoram 95 anos da Biblioteca Palácio Galveias, promove-se uma visita guiada todas as terças, às 10.00, que dá a conhecer a sua história, e que é gratuita, apesar de exigir marcação prévia (bib.galveias@cm-lisboa.pt). Localizada junto ao Campo Pequeno, numa das mais movimentadas artérias da cidade, a biblioteca está instalada no edifício que foi, em tempos, a casa da família Távora. O palácio seiscentista, adquirido por João de Almeida Melo e Castro, quinto conde da família Galveias, no início do século XIX, passou para o município em 1928 que o transformou em arquivo, biblioteca e museu municipais, a 5 de Julho de 1931. A biblioteca – onde o Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, afirmou ter “aprendido realmente a ler” – é hoje o epicentro de uma actividade cultural regular. Clubes de leitura, conversas, palestras, concertos, exposições e cinema são algumas das actividades desenvolvidas.

Lisboa bairro a bairro

  • Coisas para fazer

Marvila é a única zona da cidade em acelerada renovação sem ter o turismo como motor. Entre o Beato e a Matinha, junto ao rio, antigos armazéns abandonados são agora espaços de cowork onde também se pode andar de skate. Há fábricas de cerveja artesanal a cada canto do bairro, salas de espectáculo ou de raves, onde cabem mil pessoas, e espaçosas galerias de arte, uma vertente crescente por estes lados graças ao espaço que ainda há para ocupar.
 Fomos espreitar e descobrir as maravilhas de Marvila para lhe traçar o roteiro completo. 

  • Coisas para fazer

Alvalade é um bairro a ter em conta sempre que falamos do melhor da cidade. Andámos pelas suas ruas desenhadas a régua e esquadro e traçámos um roteiro para forasteiros e nativos. As novidades do bairro, as paragens obrigatórias, os pratos que não pode deixar de provar nos restaurantes locais e os espaços mais amigos das crianças – tudo o que precisa de saber para pôr Alvalade na sua lista de prioridades está aqui. Tudo num bairro que também pode ser apreciado num belo passeio de fim-de-semana, já que a sua arquitectura, em particular residencial, também merece especial atenção.

Recomendado
    Últimas notícias
      Publicidade