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De um lado, as jóias da Esquível. Do outro, a cerâmica da Grau. As duas marcas portuguesas juntaram os trapinhos e partilham agora um T0, no Príncipe Real. A sala tem duas cores – um yin-yang bege e terracota que tinge diferentes materiais, incluindo chão, tecto, cortinas, prateleiras e expositores verticais. Do lado da Esquível, o mostruário é composto por pequenas colecções de edição limitada e onde o mais recente lançamento, de quatro peças, tem inspiração directa na obra de Kazuyo Sejima. As linhas, mais orgânicas e menos angulares, replicam fachadas ondeantes, mas também as estruturas em grelha presentes no trabalho da arquitecta japonesa. A prata reciclada é hoje o material de eleição. As peças banhadas são em ouro vermeil. Do outro lado da loja, encontramos o trabalho de Diogo e Isac, que continuam a revisitar as peças que alavancaram a Grau. As máscaras ressurgem com novas formas, materiais e acabamentos, mas partilham o espaço com novas criações. Há painéis de inspiração futurista, candeeiros e peças de parede que combinam barro e juta e que apontam o rumo dos próximos lançamentos.
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